27/01/2009

Olhando pro teto, da beliche, na cama de cima

Quando ficamos algum tempo fora de casa, convivendo e conhecendo pessoas que nao fazemos ideia do que fazem, da uma saudade absurda.
Ao que a gente segue procurando fazer coisas pra nos aproximas delas. Pro papa, mandei um email gigante, respondendo as suas saudades. E as minhas tambem. Mamae ganhou uma ligaçao carinhosa. A cobrar, porem.
E bom, agora toca Kings of Leon; nao è preciso dizer mais nada. Porque nao dà pra se dizer, ja que o que se sente, fica obscuro dentro de nos. Compartilhado-comentado as vezes, com um amigo e outro. E ele ouviu sobre saudades. Que sigo dizendo nessas teclas. E que provavelmente so irao embora quando o tal dia chegar.
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nao tem acento nenhum aqui. e essa merda nao quer pular linhas. pelo menos a hora e baratissima.

Um comentário:

Marjorie disse...

E quem está por aqui sente saudade absurda também, viu...